Um Pouquinho de História
abril 17, 2011
Oi Pessoal!
Sabe quando você acorda e percebe que é hora de começar a escrever um novo capítulo? Pois é, hoje me senti assim… com vontade de recomeçar! E, para dar início a essa nova fase, pensei: por que não começar com uma tarefa simples, porém bastante significativa: a reformulação total do blog criado por mim há exatos 4 anos? É, e, para isso, resolvi que o melhor a fazer seria agir da mesma forma como age um escritor, quando ele se vê disposto a iniciar uma nova obra: abrir um caderno novo e começar a redigir os ainda incipientes textos em uma página em branco. Foi exatamente isso o que fiz, apaguei todos os posts anteriores, deixei a página em branco e decidi recomeçar. Neste recomeço, não poderia deixar de agradecer, em especial, a participação de duas pessoas: a Patricia, que me ajudou com o cabeçalho do blog – sem ela não conseguiria deixá-lo com a minha cara –, e a Lu, que está revisando meus textos até eu me sentir seguro para continuar escrevendo.
Bom, que tal, então, começar pelo começo? Deixe-me me apresentar a você! Meu nome é Douglas Anjos, nasci em 18 de junho de 1983 (27 anos), em São Paulo, Capital, numa mistura bem interessante. Minha mãe, Lucia Amaral, filha de portugueses, e meu pai, Francisco, emigrante do interior de Pernambuco, São José do Egito, casaram-se e tiveram três filhos: eu, o Diego, hoje com 25 anos, e Camila, com 20 anos. Logo que o Diego nasceu, meu pai faleceu num acidente de carro. Nessa fase, morei um tempo com meus avós em Bauru. Minha mãe se casou novamente cinco anos depois (Camila já é fruto deste novo casamento), e meu padrasto nos adotou, eu e meu irmão, Diego.
Tive uma educação bastante rígida, baseada nos princípios bíblicos. Frequentei a Igreja Presbiteriana, depois a INSEJEC, a Renascer em Cristo e, desde 2004, frequento (ou frequentava) a Igreja Metodista.
Minha infância foi igual à de qualquer criança humilde: brinquei muito na rua de esconde-esconde, pega-pega, polícia e ladrão, mãe da mula, entre outras brincadeiras comuns na infância. Joguei bola de gude, rodei pião, soltei pipa – muito pouco, por sinal, porque não gostava –, andei de carrinho de rolimã. Joguei muito futebol em campo de barro, no time da rua de cima contra o da rua de baixo, valendo uma Tubaína, tudo isso, é claro, sem minha mãe saber. Joguei vôlei no portão de casa – e sempre alguém ficava sentado no muro de juiz. Fazíamos muitos campeonatos: primeiro, de futebol de botão – e, sempre que o Beto perdia, ele chorava –, depois de videogame (Atari, Super Nintendo, Mega Drive, Master, Phanton, entre outros tantos games famosos na época). Tive Aquaplay e milhares de outros brinquedos que todas as crianças queriam ter. Infância para mim, além de tudo isso, ainda tem gosto de bolo de cenoura com cobertura de chocolate e chocolate quente das tarde de inverno que minha mãe fazia. Todas as férias eu passava na casa da minha avó Lourdes e nunca queria voltar para casa da minha mãe. Todo natal ganhava presentes, principalmente do Tio Dani e da Tia Angela… Não tenho nada do que reclamar da minha infância, ela foi simplesmente maravilhosa…
Minha adolescência, em contrapartida, não foi tão tranqüila quanto foi a minha infância. Comecei a trabalhar muito cedo. Muito comunicativo e de muitos relacionamentos, fui uma pessoa que, embora não fosse considerada a mais popular e nem a mais bonita, sempre teve muitos amigos e muitos colegas. Não fui de freqüentar baladas e nem sair à noite, já que, em virtude de uma educação bem rígida, todos nós tínhamos horário para chegar em casa. Além de um relacionamento bastante conturbado com o meu pa(i)drasto, nessa fase, essas restrições acabaram me levando cada vez mais para dentro da igreja, local em que passei toda a minha adolescência. Grupo de jovens, louvor, SOS da Vida, Marchas Para Jesus são apenas algumas das muitas histórias que contarei em breve para você.
Minha vida sentimental sempre foi muito intensa. Namorei algumas poucas meninas, por tempos relativamente longos, até encontrar a Walescka, aquela que se tornaria a minha esposa e que me daria o maior presente da minha vida: o Guilherme, um bebê de um ano e dois meses que me faz, se preciso for, matar um leão por dia. Eu e a Walescka nos conhecemos no banco e tivemos um relacionamento bastante intenso, apesar de conturbado, desde o início. Começamos a namorar quando eu tinha 20 anos. Namoramos, noivamos e nos casamos em um ano e dez meses, mas, com o tempo, contarei maiores detalhes aqui para você. Por ora, só posso dizer que, apesar de nosso casamento não ter dado certo, por inúmeras razões e motivos que só com o passar dos dias é que terei melhores condições de entender e de explicar, continuo acreditando no amor, no casamento e na família.
Profissionalmente, minha vida começou com pouco mais de dez anos. Comecei a vendendo as presilhas de cabelo que minha mãe costurava em casa. Ir de prédio em prédio oferecendo os acessórios a vizinhos, colegas, conhecidos. E olha, não é que fiquei conhecido? (risos) Em seguida, trabalhei na feira, na drogaria, na galeria Pajé, e em muitos outros tantos empregos informais. Aos 14 anos, comecei a trabalhar na empresa do irmão do meu pa(i)drasto como office boy. Trabalhei 3 anos e meio nessa empresa e foi nesse lugar que pude obter as minhas primeiras conquistas profissionais e pessoais. Logo com 7 meses de empresa, entrei em um renomado colégio em São Paulo para cursar Técnico em Eletrônica. Nessa época, o dinheiro ainda era contadinho, eu dormia pouco, acordava bem cedo, chegava bem tarde… Vida difícil. Em seguida, trabalhei em uma conhecida agência de turismo, no CPD, como estagiário do curso técnico em eletrônica. Para minha sorte e surpresa, poucos meses depois a empresa faliu. Ao completar 18 anos, comecei a fazer alguns trabalhos esporádicos de promoção de vendas e de assistência técnica em informática, até que participei de um processo seletivo em um banco multinacional, na época holandês. Fui contratado para exercer a função de assistente de atendimento ao cliente, conhecido como Help Desk, para clientes pessoa jurídica. Essa é a empresa que na qual trabalho até hoje, quase 10 anos depois, e é, para mim, um local especial, responsável por proporcionar e garantir muito do que eu tenho. A faculdade, por exemplo, uma novela e um capítulo que em breve postarei neste blog, é apenas um dos muitos sonhos e ambições.
Tenho outras grandes paixões em minha vida: o Corinthians, time que meu avô Zé Goes me ensinou a amar desde Bauru; a bateria, um instrumento que aprendi a tocar desde muito cedo (12 ou 13 anos), primeiro com meu tio Sérgio na igreja, depois em aulas que tive com grandes professores e amigos; o futebol, desde os campos de barro do A.E Carvalho até as peladas de sábado, terça, quinta; UTI; Absolut; Demoro, entre outros; pudim de leite, melhor sobremesa do mundo; praia, simplesmente adoro praia, pois é o lugar onde consigo enxergar claramente a mão de Deus; bicicleta – muitas histórias com a minha magrela; e algumas outras coisas que você terá a oportunidade de conhecer aos poucos.
Hoje, moro em Recife, Pernambuco. Além de ser fruto de uma escolha profissional feliz,esse é local que elegi para alcançar mais alguns sonhos: seguir carreira na área comercial e internacional, cursar Matemática na UFRPE. É… estou começando a viver um momento único, momento esse que pretendo dividir aqui com você.
Neste blog, quero falar das minhas grandes paixões pessoais, profissionais, acadêmicas; quero dividir sonhos, experiências, viagens, dicas, meu dia a dia, falar bobeiras… Quero simplesmente conversar com você, e mostrar como existem formas diferentes de ver, pensar e fazer as coisas… E você? Vem comigo?!
Doug Anjos
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Twitter: @douglasanjos
Conheci esse amigo na fase da facu, entre aulas de desenho técnico e calculo…..uma pessoa q sempre foi muito fundo para perseguir um sonho….
Esse ano termino um sonho(facu) e tenho q agradeçer pois sempre ajudou em trabalhos e provas……
Boa sorte!
Valentim,
Bons tempos o nosso na facul não eh mesmo?!
Fico muito feliz por você, formam na São Judas realmente não é fácil…. Espero participar da sua formatura…
Um abraço,
Doug
Boas Douglas!!!
Faz tempo que não nos falamos, mas acredito que esteja bem por aí(melhor que Sampa, com certeza)! Muito legal o seu blog, e ter um lugar para se expressar é uma experiência única. Vou aproveitar para fazer uma propaganda do meu: http://ferinha.com/
Dá uma passada por lá!
Grande Abraço!
Junior, Meu Amigo!
Eu adorei o seu blog cara, atual, moderno, facil navegação, eu curti bastante… Vou até implantar algumas coisas no meu!
Um grande abraço, e parabéns pelo blog.
Doug
Lindo texto e linda história, Doug! Você é realmente um exemplo de vida. Parabéns pelo blog! Ficaremos aguardando ansiosos pelos novos posts.
Um beijo.
Lu, Bom Dia!
Obrigado pelo post.
Você sabe o tamanho da sua contribuição no blog, só tenho a te agradecer. Espero ainda dividir muito mais com vocês aqui!
Um grande beijo,
Doug