SÃO PAULO – Os desentendimentos no trabalho que, com o passar do tempo, se tornam uma relação que beira ao ódio são mais comuns do que se imagina. “Acontece bastante, normalmente por uma questão de ciúme e imaturidade de um dos dois lados”, explica a diretora da RMML Consultoria de Imagem Corporativa, Renata Mello.
Segundo ela, esses profissionais ciumentos costumam ter auto-estima baixa e não acreditar em seu potencial. “Conscientemente ou não, eles acabam prejudicando os outros e o ambiente de trabalho. No fundo, são pessoas insatisfeitas”.
E mais: o ciúme não se dá apenas por conta de assuntos referentes ao trabalho. Por exemplo, é possível que alguém sinta ciúmes de um colega somente porque ele é mais popular, porque se dá melhor com os outros. No fim das contas, a conclusão é uma só: o convívio diário é difícil.
O que fazer
“A verdade é que, antes de você começar a trabalhar em sua empresa, ninguém te entregou um formulário com as características daqueles que iriam trabalhar exatamente ao seu lado. De qualquer maneira, somos obrigados a conviver com o próximo da melhor forma possível”, aconselha Renata.
Se seu colega está te incomodando e, ainda que inconscientemente, te prejudicando, a dica é: ignore-o. “Não responda às provocações, saia dessa freqüência. Se quiser, eventualmente, pontue, com certo cuidado para não se queimar, o que te incomoda”.
O importante é aceitar que o colega provocador tem um problema que é dele, e não seu, avisa a especialista. “Se você der atenção, acabará alimentando essa relação pouco saudável, porque o outro saberá o que fazer para te tirar do sério”. Em outras palavras, estará entrando no jogo dele.
Fazer reunião é uma saída?
Na opinião de Renata, fazer reunião não é uma saída. Ela explica: “as empresas estão muito voltadas à produtividade e ao lucro. Convocar uma reunião para resolver uma relação com um colega que não vai bem pode parecer infantil, ainda mais se o superior for envolvido na história”.
“Se realmente quer tirar alguma história a limpo, a atitude mais madura é convidar o colega para um almoço. É melhor do que falar diretamente com o chefe. Lembre-se de que o superior pode não ficar ao seu lado e, por algum motivo, defender seu colega. Deve-se envolver a liderança apenas quando a situação é muito grave”, avisa.
Renata finaliza com um último alerta realista: “é importante cultivar uma boa relação com todos, mas, no fim das contas, você é pago para trabalhar, e não para fazer amigos”. Lembre-se disso antes de cair na provocação alheia.
Por Karin Sato – InfoMoney
O Espírito de Equipe Ainda Existe?
Setembro 29, 2008
http://super.abril.com.br/superarquivo/2000/conteudo_118806.shtml
Hoje eu acordei com uma baita dor na perna e pensando no jogo de ontem, nos classificamos para as quartas de final de um campeonato na empresa que trabalho, o jogo foi difícil, empatamos e passamos para a próxima fase nos penaltes, mas porque eu estou com a perna machucada? Por que alguns outros atletas também estão machucados? E principalmente, por que não estamos muito felizes pela vitória?
Aliás, ontem aconteceu algo engraçado, um atleta de uma outra equipe, eliminada nos penaltes, me falou o seguinte… “Mas o nosso jogo foi outro nível!”… O que será que quer dizer outro nível? Acima, abaixo, ao lado, em outro planeta?
No link acima o leitor da superinteressante Jorge Kesselrin postou uma matéria sobre o Espírito de Equipe, e é muito difícil entender o vôo dos pássaros, sincronizado, milhares e milhares de kilometros percorridos e mesmo assim sem se cansar. Muitos usam o modelo do vôo dos pássaros em palestras, cursos e outros eventos motivacionais para falar de trabalho em equipe, espírito de equipe ou até para levantar a auto-estima e aumentar as vendas.
A verdade é que a cada dia nos acostumamos com o egoísmo, com a falta de sensibilidade, com a individualidade, com a implementação de níveis sociais, financeiros, culturais, níveis que destroem os relacionamentos, e a falta de senso comum o chamado espírito de equipe.
Mas qual a origem destes males? Uma sociedade competitiva? A diferença social? A necessidade de auto-afirmação? Ou é simplismente da natureza humana após Adão e Eva?
Eu ainda acredito no Absolut, mas sinceramente, não tivémos nenhum Espírito de Equipe neste ultimo jogo, aliás temos piorado a cada partida. Sábado existe um novo encontro, uma nova chance de fazermos diferente, de minimizarmos o cansaço do vôo de quem está do nosso lado, e conquistarmos mais algumas milhas na direção do título, a pergunta é:
Qual será a nossa atitude?
Doug
Absolut – Eu Acredito
Setembro 26, 2008
Engraçado quando se tem a certeza de algo, mesmo quando isso está longe de acontecer, alguns chamam isso de fé, outros de intuição, mas independente do que seja, eu tenho certeza que este ano este time será o campeão do torneio Vida Saudável.
Já estamos entre os 16 melhores (55 times inscritos), amanhã tem as oitavas de final, o jogo será difícil, mas tenho certeza que passaremos para a próxima fase, a pergunta é… como passaremos?
Amanhã conto pra vocês…
Doug
De Volta ao Blog…
Setembro 26, 2008
Pessoal,
Em janeiro eu havia tomado a decisão de seguir o programa Body For Life e foi o motivo pelo qual comecei a escrever o blog, fiz duas semanas do programa e efetivamente perdi peso, e recomendo o programa a todos que leêm o meu blog, ele realmente funciona.
Mas percebi que aqui precisa ter mais do que uma jornada de dietas, privações, ou receita de como perder alguns “kilinhos”, resolvi colocar o meu universo aqui, a soma das minhas escolhas com a minha forma de pensar e agir.
Talvez eu seja diferente de todo mundo, talvez você pense igual a mim, mas como saber? As vezes é preciso arriscar e se expor para conhecer o seu verdadeiro limite.
O meu eu ainda não conheço…
Doug

